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22/09/2025Homem mais ricos da Europa critica taxação sobre grandes fortunas e rotula iniciativa de ‘extrema-esquerda’
Bernard Arnault, o CEO da LVMH, manifestou sua desaprovação em relação à proposta de imposto sobre grandes fortunas apresentada por Gabriel Zucman, rotulando-a como uma iniciativa de “extrema-esquerda”. Zucman, defensor da ideia de que os mais ricos deveriam contribuir com pelo menos 2% de suas fortunas, argumentou que essa medida poderia gerar uma arrecadação anual de aproximadamente 20 bilhões de euros, impactando cerca de 1.800 famílias.
A proposta de Zucman tem o apoio de setores da esquerda francesa, mas enfrenta resistência da direita, que expressa preocupações sobre a possível evasão de capitais. Arnault, cuja riqueza é avaliada em cerca de US$ 157 bilhões, criticou Zucman, chamando-o de “pseudoacadêmico” e alegando que a discussão em torno do imposto não é meramente técnica, mas sim uma tentativa de prejudicar a economia da França.
Em resposta, Zucman fez uma analogia entre a retórica de Arnault e a utilizada por Donald Trump, enfatizando a importância do respeito ao conhecimento e à pesquisa. Ele recebeu apoio de figuras proeminentes da esquerda, como o socialista Olivier Faure, que denunciou a falta de patriotismo entre os ultra-ricos, sugerindo que eles não estão dispostos a contribuir para o bem-estar do país.
A tensão entre os dois lados do debate reflete uma divisão mais ampla na sociedade francesa sobre a tributação e a responsabilidade dos mais abastados. Enquanto a esquerda busca formas de financiar serviços públicos e reduzir desigualdades, a direita se preocupa com as consequências econômicas de tais políticas, temendo que a imposição de impostos elevados possa levar à fuga de investimentos e talentos.
*Reportagem produzida com auxílio de IA
Fonte: Jovem Pan Read More




