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Recentemente, o governo federal lançou uma nova modalidade de empréstimo consignado voltada para trabalhadores com carteira assinada (CLT) e microempreendedores individuais (MEI). A iniciativa tem como objetivo oferecer crédito com taxas de juros mais baixas, prometendo ser uma solução acessível para muitos brasileiros. No entanto, o cenário atual apresenta desafios significativos que ameaçam o sucesso dessa proposta. Inicialmente, as taxas de juros foram estimadas em torno de 3,5% ao mês, mas, surpreendentemente, já ultrapassam as expectativas, podendo chegar a 6% em algumas instituições financeiras.
Essa diferença significativa nas taxas tem gerado preocupações e críticas de diversos setores. O que era para ser uma grande propaganda do governo, com a promessa de crédito mais acessível, pode se transformar em um problema. A nova modalidade de crédito consignado utiliza o FGTS do trabalhador como garantia, mas não conseguiu atrair a adesão esperada dos bancos. Com poucas instituições oferecendo essa opção, a concorrência é limitada, resultando em taxas de juros mais elevadas. A falta de tração no mercado é um dos principais fatores que contribuem para o aumento das taxas, frustrando as expectativas iniciais do governo e dos beneficiários.
O governo espera que mais instituições financeiras passem a oferecer essa modalidade de crédito, o que poderia reduzir as taxas por meio da concorrência. No entanto, a situação atual já levou a uma mudança de tom na campanha de divulgação do crédito consignado. Com as taxas mais altas, a estratégia de comunicação do governo precisou ser ajustada, uma vez que a promessa de crédito barato não se concretizou como esperado.
*Com informações de Alan Ghani
*Reportagem produzida com auxílio de IA
Fonte: Jovem Pan Read More